domingo, 27 de dezembro de 2009

por ano melhor, para todos




(clique na imagem para ler o cartão)

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

em um reino não tão-tão distante...


© Um presente que recebi. Uma ternurinha para aquecer meu coração

Num caderninho com o mar na capa, tem algo assim:

"A saudade e a solidão não escolhem tempo, lugar, estação ou cor; crescem como o flamboyant daquela foto (ou do outro lado da rua), com flores de um laranja intenso. De doer de beleza, de saudade e de ternura."

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

ele começou, mas está a caminho do fim




Dezembro chegou repleto de luzes amarelas, parece ter fogo nos olhos.
Da janela vê-se o mês passar, batendo palavras no chão, varrendo pessoas, sonhos, esperanças e frustrações.
Ora parece um dragão que tudo queima com o hálito e afasta o que sobra com a cauda.
Ora parece um homem com a idade do mundo, que segue impaciente, rogando maldições ao ainda insiste em ficar no meio do caminho.
É dezembro e o tempo entre os dois ponteiros parece encolher mais rápido do que o usual.
Parece ter saído dos relógios para abrigar-se no espaço entre a nossa cabeça e o pé.
Dezembro vai seguindo e desaparecendo a olhos nus.
Segue desaparecendo com o tempo, sem apaixonar-se pela estação, sem olhar para o lado.
Sem espaços.
Segue.
Corre.
Foge.
E está quase no fim.

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

das despedidas



Fitou o ônibus por um instante, prendeu a respiração, fechou os olhos e por fim, pensou como quem diz uma prece: Pode ir, mas volte logo para mim. Por favor. 

dos limites do corpo



Para uns, o corpo é uma porção limitada da matéria.
Para outros, é a porção ilimitada de sonhos.